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Home » Beleza » Salões apostam em 'especialização em unhas' para conquistar clientes

12/11/2010

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Por cerca de R$ 10 é possível fazer as unhas da mão em muitos salões de beleza. Mas há quem não hesite em pagar mais de R$ 200 por um serviço diferenciado. É de olho neste mercado em potencial que a cada dia surgem novos estabelecimentos focados quase que exclusivamente nos cuidados com as mãos e os pés de clientes cada vez mais exigentes - e dispostos a gastar.

Em junho de 2006, a advogada Vânia Ribeiro Ihle e seu marido, o alemão Ralf Ihle, formado em Engenharia Automotiva, montaram, na zona sul de São Paulo, a Artisalus – Atelier de Beleza, voltado ao cuidado com mãos e pés. Para isso, trabalha somente com produtos importados da Alemanha e oferece o serviço de nail design, uma técnica alemã exclusiva de soft gel – “que não é unha postiça”, destaca a proprietária.

A técnica, que foi criada com base na Medicina Odontológica, dura, em média, um mês sem a necessidade de retoque.

Para abrir o espaço, Vânia contou com a experiência adquirida em 15 anos no exterior. “Fui estudar, fiz curso, porque é uma coisa muito específica. Até então, aqui no Brasil, o tratamento de unhas é em salão de cabeleireiros e é uma parte acessória. Na Alemanha, ou o salão faz unha, ou faz cabelo, não misturam”, conta a proprietária da Artisalu. Atualmente, a Artisalus conta com 25 funcionários, 15 deles trabalhando exclusivamente com os serviços de unha. No espaço, um procedimento de manicure custa R$ 38. O nail design, que é o carro-chefe do local, custa a partir de R$ 210.

Segundo Vânia, são feitos, em média, entre 400 e 500 atendimentos por semana. “Tenho cliente que vem de Curitiba, Porto Alegre, várias do Rio de Janeiro, do Maranhão. Não medem esforços, de verdade”, diz.

Na opinião da empresária, o segmento de beleza é um mercado gigantesco, que está crescendo. “Em outubro de 2008, quando começou a crise mundial, tivemos um aumento de faturamento de 30%. Crise existe, mas aqui não. Nosso segmento de beleza cresce 11,95% ao ano”, conta.

Homens no mercado
Mais de uma década atrás, quando a empresária Regina de Andrade sugeriu montar um salão voltado exclusivamente para os serviços de manicure e pedicure dentro de um grande shopping de São Paulo, foi chamada de louca. A ideia surgiu depois de uma viagem a Nova York. “Vi que lá tem um salão só para loiras, um salão só para negras, um salão só de manicures. Achei aquilo muito legal. Inclusive, eram homens, chineses, que faziam a unha das mulheres. Achei muito bacana”, conta.

“Na época eu tinha acabado de ganhar minha filha, era funcionária pública, estava insatisfeita. Resolvi largar tudo e investir nessa ideia”, diz. Foi assim que, em 1999, Regina inaugurou o Magic Hands.

Um dos diferenciais do salão é oferecer um serviço rápido – ou express, nas palavras da empresária. O Magic Hands conta com um grande público de profissionais que trabalha na região e aproveita o horário de almoço para fazer a unha. “Tenho convênio com várias empresas instaladas na Berrini. Deu super certo, é um conceito bacana, é um jogo rápido”, conta Regina.

O salão tem hoje cerca de 30 funcionárias e faz, em média, mais de 500 atendimentos semanais. Regina diz que já recebeu convites para abrir novas unidades em outros shoppings da cidade, mas ela prefere se dedicar de maneira quase integral, portanto, prefere manter a única unidade que tem.

Segundo ela, quando o salão foi inaugurado, atendia somente o segmento feminino. “Hoje, o público masculino é muito grande”, diz. Vania, da Artisalus, também tem esta percepção. “Temos vários clientes homens e é crescente. O homem está se cuidando muito mais. O movimento de podologia é bárbaro”, comenta.

Alongamento de unhas
A empresária Sueli Munekata era proprietária de uma distribuidora de produtos para alongamento de unhas. Além de vender os produtos, o local começou a oferecer formação profissional e, com isso, a procura pelos serviços de manicure e pedicure passou a ser muito solicitado. Com isso, em 2008, ela inaugurou um salão especializado em unhas.

“A Nailshop é um salão conceito”, define Sueli, que, a exemplo das outras empresárias, conheceu a técnica no exterior, mais especificamente, nos Estados Unidos. O principal foco do salão é no trabalho de alongamento e correção de unhas. Procuram o alongamento, conforme explica Sueli, mulheres que têm problema de unhas fracas, que não crescem.

A correção se aplica a pessoas que sofreram algum tipo de trauma, caso comum entre homens que jogam futebol, por exemplo. Outro exemplo corriqueiro é o de pessoas que roem as unhas.

Uma curiosidade no Nailshop são os profissionais do sexo masculino que atuam no salão. São cinco homens especialistas em alongamento e correção, sendo que dois deles também fazem o serviço convencional de manicure e pedicure. “No exterior, é muito comum homem trabalhando com alongamento. Um dos meus funcionários, inclusive, já fazia isso em Portugal”, conta.

Nos dias de maior movimento, nove profissionais atendem no salão que faz, por semana, quase cem atendimentos, metade deles só de alongamento e correção.

“A procura aumentou bastante este ano”, revela. “Esse é um segmento novo, mas que vai crescer muito. Não é somente uma especialização para manicure, é um novo profissional. O Brasil já é o segundo maior vendedor de esmaltes do mundo. É um setor que não enfrenta muita crise, não. A brasileira é bastante vaidosa, bastante cuidadosa", diz Sueli.

Os dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) confirmam o que Sueli diz. Segundo dados da entidade, em 2009, mesmo com a crise mundial, houve crescimento de 16,06% no volume de vendas de esmaltes no país. Uma pesquisa recente da Nielsen também aponta que, em junho deste ano, as vendas de esmalte cresceram 20,5% em relação ao mesmo período de 2009.

Vaidade
A economista Cláudia Martinez é cliente assídua da Artisalus há, pelo menos, dois anos. “Sou viciada”, brinca. Ela gasta, por mês, no mínimo, R$ 500 para fazer pé e mão no salão.

“Eu era executiva de um banco internacional, vivia viajando e passava vários dias fora e vivia surtando, tinha que procurar um salão. É horrível entrar numa reunião importante e ficar escondendo a mão”, diz.

A comerciária Danuta Morales, de 63 anos, mora na região da Oscar Freire e, um dia, andando a pé pela região, passou em frente ao Nailshop, que funcionava na Rua Augusta. Há algum tempo, o estabelecimento foi para a Liberdade, mas, ainda assim, apesar da distância, Danuta continua cliente fiel.

Ela faz alongamento na mão e, semanalmente, faz mão e pé convencional no Nailshop. “Não tenho ideia de quanto gasto! Eu dou meu cartão, ela passa e eu nem ponho os óculos para ver quanto é (risos)”, revela.

A farmacêutica Suely Inoue, de 42 anos, tem um filho de 6 anos e, desde antes de engravidar, frequenta o Magic Hands - onde gasta, em média, R$ 150 com os cuidados com as unhas.

“Sempre trabalhei perto da região do Shopping Morumbi. Acabei indo mais pela localização e acabei gostando da manicure”, conta.



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